Fundada a 2 de Março de 1913

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Av. dos Pescadores - 126 a 132 - 2870-114 Montijo

Tlf: 212301117 / 212311984

Fax: 210822794

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Refeições económicas


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Museu do Pescador

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A SCUPA está enquadrada nos limites do antigo Bairro dos Pescadores, que se estendia até ao rio, tendo pelo meio as salinas.

A SCUPA continua a ser uma referência na cultura fluvial do Montijo e o Museu “não pretende ser um depositário de memórias mas uma entidade viva”, ligada à comunidade e em diálogo permanente com ela.

É um lugar onde a comunidade se revê, no passado como no presente e também para pensar o futuro, já que ambos são feitos da mesma matéria.

O Museu não podia estar mais próximo da sua comunidade de origem e nasce da necessidade de a evocar, símbolo identitário de referência do Montijo.

A colecção do Museu começou a ser feita em 1988, por iniciativa do presidente de então, Manuel Luís Pereira dos Santos, filho e neto de pescadores.

Procedeu-se à recolha de peças por sócios da SCUPA, de doações de pescadores, antigos pescadores e de outras pessoas da comunidade.
Fizeram-se miniaturas de embarcações tradicionais, restauraram-se peças e reproduziram-se ambientes e lugares que faziam parte do dia-a-dia da faina, como a tasca reproduzida à escala real, que funcionava também como "venda" e que constituía o lugar de encontro por excelência.

O Museu oferece-nos um modelo em miniatura da antiga arte fixa que se praticava no rio (tapa-esteiros, vulgo cerco ou armação), documentos relativos às embarcações, uma embarcação de pesca tradicional, recuperada, que funcionava como “enviada”, redes e outros apetrechos.

Tem também uma sala dedicada às Festas e Tradições Religiosas, como as Festas de São Pedro (ou dos Pescadores), cuja organização cabe à SCUPA, e uma outra dedicada ao tráfego de cargas e descargas.

O Museu é uma extensão da SCUPA e a sua existência deve-se a ela.

Criada exclusivamente para servir os pescadores do Montijo, a SCUPA pertence hoje a toda a comunidade.

Em cerca de 400 sócios, são poucos os pescadores profissionais.

Até ao início dos anos setenta só eram admitidos pescadores e seus familiares. Funcionava como Cooperativa de Consumo, os pescadores descontavam dos seus rendimentos para o benefício de todos. Cada um pagava o que podia. Era como um “mealheiro dos pescadores e tinha uma função social muito forte”.

As sucessivas crises do sector e o envelhecimento da população obrigaram-na a uma reconversão, hoje essencialmente Cooperativa Cultural que promove, para além das festas com a Autarquia, actividades turísticas como os passeios no Tejo a bordo de uma embarcação tradicional restaurada também com o seu apoio. Esta embarcação, Deolinda Maria, é a menina dos olhos do Presidente, também ele antigo pescador e familiar de pescadores. A embarcação à vela foi construída de raiz nos estaleiros do Montijo e depois motorizada para o turismo.

O seu mestre é um velho lobo-do-mar, José António Aranha, (filho de um fundador da SCUPA, António Neto Aranha) hoje reformado, mas nem por isso afastado do rio...


Deolinda Maria

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Barca “Deolinda Maria”

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Propriedade da Câmara Municipal de Montijo

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(Outrora foi pertença do pescador José António Aranha)


Temos em S. Pedro a nossa Fé...

***************************** *****************"Temos em S. Pedro a nossa Fé - É o nosso satinho popular - Anda pelo rio, ali ao pé - Onde a nossa gente vai pescar"
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António Manuel Lourenço dos Santos - Barca "Nascimento de Jesus"

****************** ******************************** António Manuel Lourenço dos Santos - Barca "Nascimento de Jesus"

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Montijo, Setúbal, Portugal

Festas de S. Pedro - 2010

Maria de Lurdes Brás, actuando no almoço do dia de S. Marçal e na Noite do Pescador

Zona Ribeirinha

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